STEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS COM TECNOLOGIA MAIS AVANÇADA DO MERCADO AGORA DISPONIVEL NO BRASIL 🇧🇷
TECNOLOGIA AVANÇADA EM PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
Para-raios com dispositivo de ionização (PDI) que antecipa o traçador ascendente e permite projetos de SPDA mais simples, com menos captores e sem manta no topo.
Centraliza a interceptação do raio em um único ponto preferencial.
Redução direta de elementos no ponto mais crítico da edificação.
O raio é interceptado por domínio elétrico, não por dispersão geométrica.
A área protegida cresce conforme a elevação do captor, não pela multiplicação de pontos.
Cada conexão a menos reduz um ponto potencial de falha no sistema.
Mais controle do ponto de impacto, sem alterar a conformidade normativa.
No modelo convencional, a proteção contra descargas atmosféricas ocorre de forma passiva.
O líder descendente do raio se aproxima da estrutura e qualquer ponto metálico exposto pode emitir um traçador ascendente.
Como não há controle sobre qual ponto irá vencer essa disputa elétrica, o projeto é obrigado a distribuir captores para aumentar a probabilidade de interceptação.
É por isso que sistemas convencionais exigem:
A lógica não é domínio do impacto.
É redundância de pontos.
O raio não é atraído para um ponto específico.
Ele é interceptado por aquele que, naquele instante, oferece o caminho elétrico mais favorável.
Essa limitação estrutural explica por que o sistema cresce em complexidade, material e interferência arquitetônica à medida que a área da edificação aumenta.
Durante a formação do raio, o líder descendente se aproxima da estrutura enquanto diferentes pontos do edifício tentam emitir um traçador ascendente.
No sistema com dispositivo de ionização, esse processo deixa de ser passivo.
O captor atua alterando o estado elétrico do ar ao seu redor, permitindo a emissão antecipada do traçador ascendente em relação aos demais pontos da estrutura.
Essa antecipação cria um ponto preferencial de captação.
Em sistemas com dispositivo de ionização, a área de proteção não é estimada.
Ela é calculada.
As normas técnicas definem que a proteção depende de dois fatores principais:
Tempo de avanço à ionização (∆T)
Altura do captor em relação à estrutura
Quanto maior a antecipação do traçador ascendente (∆T normativo) e quanto maior a altura do captor, maior será o raio de proteção radial.
O desempenho do DAT CONTROLER é validado por certificação internacional específica para sistemas de proteção ativa contra descargas atmosféricas, com destaque para a AENOR RP 058.02, aplicada a para-raios baseados em antecipação do traçador ascendente.
Essa certificação avalia diretamente:
Tempo de antecipação do traçado ascendente (∆T)
Estabilidade do desempenho após ensaios de envelhecimento;
Repetibilidade dos resultados em condições controladas
Além da validação técnica do sistema, o fabricante mantém certificações internacionais de gestão, como a ISO 9001, que asseguram padronização de processos, controle de qualidade e rastreabilidade na fabricação.
Na prática, isso significa:
Sistema técnicamente validado;
Produzido sob processo auditado;
Menor risco operacional e maior previsibilidade de desempenho em campo.
O PDI (Para-raios com Dispositivo de Ionização) pode ser aplicado em diferentes tipos de estruturas.
Em determinados cenários, sua lógica de antecipação do traçador ascendente oferece vantagem técnica objetiva em relação aos sistemas convencionais.
É especialmente indicado para:
Cada edificação exige um sistema de proteção contra descargas atmosféricas compatível com sua geometria, altura e área de cobertura.
O PDI (Para-raios com Dispositivo de Ionização) deve ser especificado com base em critérios técnicos — não por comparação superficial com sistemas convencionais.
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